Homenagem póstuma ao Cap.Basílio Baranoff pelo Governo da Rússia

Capitão Baranoff é Homenageado
A família do Capitão Basilio Baranoff, recebeu condecoração do Governo Russo de homenagem ao Capitão Basilio Baranoff.
A Sra. Nazareth Rodrigues Baranoff – Esposa, a Filha Nádia Angélica Baranoff e o filho Wladymir Alexander Baranoff

A Homenagerm foi feita pela vida e obra de Baranoff – todo o trabalho dele junto à Rússia no afã de dotar o Brasil de uma tecnologia espacial, em intercâmbio constante com a Federação da Rússia, Pela iniciativa do Diretor da Câmara Paulo Gontran Ramos, do Presidente Jocelin Azambuja e o apoio fundamental do Consul Prof.Fernando G. Sampaio, que solicitou junto ao Sr. Embaixador, Vladimir Tuerdenev, esta homenagem que culminou com essa comenda, tão merecida aprovada em Moscou pelo Governo Russo.
Ele ainda soube, em vida, que a honraria estava a caminho e ficou muito feliz pelo reconhecimento.
Estamos certos que de onte ele estiver agora, certamente estará satisfeito com essa homenagem.
A pedido do Sr. Embaixador foi entregue pelo Consulado Geral de São Paulo. Comenda e Certificado entregues pelo Vice-Cônsul Dimitri Bushuev da Embaixada da Russia em 05/11/2008 na residência de Nádia Angélica Baranoff, em São Paulo.
Aproveitamos para agradecer também a presença do MAB, na pessoa do Brigadeiro Frazão e o funcionário Tiago, incansável batalhador, desde os tempos do Baranoff, que acompanharam e fotografaram o evento.


A morte do Capitão Basílio Baranoff criou, no meio ufológico, a ausência de um cérebro especial, entre a fenomenologia dos discos voadores e as atividades espaciais.
A pedido de nosso Diretor da Câmara para assuntos espaciais, Paulo Gontram Ramos, encaminhamos em maio deste ano ao nosso Cônsul Prof. Fernando G. Sampaio, pedido para que o governo da Federação da Rússia prestasse uma homenagem ao Capitão Basílio Baranoff. Imediatamente o Cônsul acolheu e encaminhou o assunto ao Senhor Embaixador Vladimir Tuerdenev, que prontamente aceitou a proposição e encaminhou ao governo Russo, que reconhecendo seu trabalho especial na integração e trabalho aéreo espacial Brasil/Rússia, concedeu-lhe a honraria, infelizmente, após os trâmites normais, quando chegou o comunicado oficial o Capitão havia falecido.
Feito o comunicado a família, a homenagem será feita em solenidade no Consulado Geral da Rússia em São Paulo a entrega “pós morten”.

CURRÍCULO:
Em seu extenso currículo destacamos: Serviu no Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento (IPD), no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), todos subordinados ao Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA).
Quando instrutor da Escola Preparatória de Cadetes do AR (EPCAR), criou o Clube de Estudos de Foguetes, o Clube de Astronomia e o Clube de Estudos da Exploração Espacial, envolvendo e estimulando professores e alunos para a atividade espacial.
No CTA, Baranoff integrou o grupo para a implantação do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, foi Coordenador Técnico-Administrativo do Projeto Radiociência, participou da montagem da sonda ionosférica de VLF-37 KHZ, participou da criação do Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB), organizou e coordenou o Núcleo de Atividades Espaciais Educativas (NAEE), cujo objetivo era transferir os benefícios da exploração do espaço para a educação, nas áreas de Astronomia e Astronáutica.
Sua qualificação acadêmica em ciência aeroespacial é digna de realce. Recebeu o certificado de rastreamento de foguetes com radar e telemetria fornecido pela National And Space Administration (NASA), noções básicas para o treinamento de astronautas, ministrado por cosmonautas e cientistas soviéticos, na Divisão de Ensaios em Vôo (AEV) do CTA, sua formação como Oficial Especialista da Aeronáutica foi na área de Eletrônica e Telecomunicações.
Desde o lançamento do Sputnik, em 1957, Baranoff começou a se interessar por vida
inteligente no universo, levando a vivências transdimensionais neste campo, dosando o seu conhecimento de homem de ciência, com experiência extra-física.
Por falar fluentemente a Língua Russa, participou de diversas missões em Moscou, visitando várias organizações e universidades ligadas ao trato das atividades do espaço. Na Cidade das Estrelas (Star City), relacionou-se com cosmonautas russos e astronautas americanos que voaram na Estação MIR e continuam voando na International Space Station (ISS). Esse relacionamento facilitava a reciprocidade de Baranoff com esses homens do espaço, permitindo trazer alguns deles ao Brasil, como foi o caso da vinda do cosmonauta russo Alexander Lazutkin ao I Fórum Mundial de Ciência e Espiritualidade, em Brasília, no ano 2000,
promovido pela Legião da Boa Vontade (LBV).
O Ten. Cel. Av. Marcos Pontes, ao saber da morte do amigo Baranoff disse que o “Brasil perdia um grande homem”.


ILHA RUSSA – Criação do Cap.Baranoff- MAB-Memorial Aeroespacial Brasileiro –São José dos Campos – SP (pode-se ver a réplica do Sputnik 1 e um dos motores do Foguete R7).

DIPLOMA (post-morten) da Rússia ao Cap.Baranoff – homenagem aos serviços prestados na área de aproximação espacial Brasil – Rússia.


Sra. Nazareth Rodrigues Baranoff – Esposa, recebendo a comenda
entregue pelo Vice-Cônsul Dimitri Bushuev


Filha Nádia Angélica Baranoff


Vice-Cônsul Dimitri Bushuev

Originalmente em:

http://www.camarafrussia.com.br/diretoriadeassuntosespaciais.html

Vale também uma conferida neste link, sobre os 14 magníficos pioneiros do Programa Aeroespacil Brasileiro, e lá está Baranoff:

http://brazilianspace.blogspot.com.br/2012/09/os-14-magnificos-pioneiros-do-programa.html

Homenagem do Governo Russo ao Capitão Basílio Baranoff

 A morte do Capitão Basílio Baranoff criou, no meio ufológico, a ausência de um cérebro especial, entre a fenomenologia dos discos voadores e as atividades espaciais.
A pedido de nosso Diretor da Câmara para assuntos espaciais, Paulo Gontram Ramos, encaminhamos em maio deste ano ao nosso Cônsul Prof. Fernando G. Sampaio, pedido para que o governo da Federação da Rússia prestasse uma homenagem ao Capitão Basílio Baranoff. Imediatamente o Cônsul acolheu e encaminhou o assunto ao Senhor Embaixador Vladimir Tuerdenev, que prontamente aceitou a proposição e encaminhou ao governo Russo, que reconhecendo seu trabalho especial na integração e trabalho aéreo espacial Brasil/Rússia, concedeu-lhe a honraria, infelizmente, após os trâmites normais, quando chegou o comunicado oficial o Capitão havia falecido.
Feito o comunicado a família, a homenagem será feita em solenidade no Consulado Geral da Rússia em São Paulo a entrega “pós morten”.

CURRÍCULO:
Em seu extenso currículo destacamos: Serviu no Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento (IPD), no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), todos subordinados ao Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA).
Quando instrutor da Escola Preparatória de Cadetes do AR (EPCAR), criou o Clube de Estudos de Foguetes, o Clube de Astronomia e o Clube de Estudos da Exploração Espacial, envolvendo e estimulando professores e alunos para a atividade espacial.
No CTA, Baranoff integrou o grupo para a implantação do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão, foi Coordenador Técnico-Administrativo do Projeto Radiociência, participou da montagem da sonda ionosférica de VLF-37 KHZ, participou da criação do Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB), organizou e coordenou o Núcleo de Atividades Espaciais Educativas (NAEE), cujo objetivo era transferir os benefícios da exploração do espaço para a educação, nas áreas de Astronomia e Astronáutica.
Sua qualificação acadêmica em ciência aeroespacial é digna de realce. Recebeu o certificado de rastreamento de foguetes com radar e telemetria fornecido pela National And Space Administration (NASA), noções básicas para o treinamento de astronautas, ministrado por cosmonautas e cientistas soviéticos, na Divisão de Ensaios em Vôo (AEV) do CTA, sua formação como Oficial Especialista da Aeronáutica foi na área de Eletrônica e Telecomunicações.
Desde o lançamento do Sputnik, em 1957, Baranoff começou a se interessar por vida
inteligente no universo, levando a vivências transdimensionais neste campo, dosando o seu conhecimento de homem de ciência, com experiência extra-física.
Por falar fluentemente a Língua Russa, participou de diversas missões em Moscou, visitando várias organizações e universidades ligadas ao trato das atividades do espaço. Na Cidade das Estrelas (Star City), relacionou-se com cosmonautas russos e astronautas americanos que voaram na Estação MIR e continuam voando na International Space Station (ISS). Esse relacionamento facilitava a reciprocidade de Baranoff com esses homens do espaço, permitindo trazer alguns deles ao Brasil, como foi o caso da vinda do cosmonauta russo Alexander Lazutkin ao I Fórum Mundial de Ciência e Espiritualidade, em Brasília, no ano 2000,
promovido pela Legião da Boa Vontade (LBV).
O Ten. Cel. Av. Marcos Pontes, ao saber da morte do amigo Baranoff disse que o “Brasil perdia um grande homem”.

Originalmente publicado em:

http://camarafrussia.com.br/z_capitaobasilio.html